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Como uma Startup B2B SaaS Usou LinkedIn e Twitter para Gerar 48 Pedidos de Demo em 6 Semanas

Uma ferramenta de gestão de projetos com 300 seguidores no LinkedIn estava perdendo negócios antes mesmo da primeira conversa. Crescer os dois canais sociais transformou o perfil de um problema em um sinal de credibilidade.

Resultados em resumo

Seguidores LinkedIn

3002,400

Seguidores Twitter

4002,000

Impressões / sem.

~800~4,200

Pedidos demo (6 sem.)

848

Produtos utilizados

O Desafio

Dois co-fundadores. Uma ferramenta de gestão de projetos com tração real. Clientes iniciais que adoravam o produto. Mas quando alguém pesquisava a empresa no LinkedIn ou no Twitter, os números contavam uma história bem diferente. A página da empresa no LinkedIn tinha 300 seguidores. A conta no Twitter tinha 400. Os dois perfis pareciam um projeto paralelo que tinha começado há poucas semanas.

Nas vendas B2B, a checagem nas redes sociais acontece o tempo todo e acontece cedo. Um cliente em potencial ouve falar do produto, clica no link do LinkedIn na assinatura do e-mail e vê 300 seguidores. Esse número por si só já gera dúvida. Não importa que o produto funcione. Poucos seguidores sinalizam que a empresa é muito nova, que não está investindo em construir presença ou que não consegue despertar interesse nas pessoas. Nenhuma dessas impressões ajuda a fechar um negócio.

O problema também estava se agravando no lado do conteúdo. Os co-fundadores postavam regularmente no LinkedIn e no Twitter, compartilhando atualizações do produto, opiniões sobre o setor e análises de processos. Conteúdo de qualidade. Mas o algoritmo do LinkedIn distribui menos o conteúdo de páginas com poucos seguidores, então cada post alcançava uma fração do seu potencial. No Twitter, threads que deveriam ter gerado conversas ficavam sem tração porque não havia uma base de seguidores estabelecida para impulsionar o engajamento inicial.

O resultado foi uma lacuna crescente entre a qualidade do que o time estava construindo e como a empresa aparecia para quem estava de fora. Os clientes que já usavam o produto conheciam o valor. Todo mundo de fora, incluindo clientes em potencial e investidores fazendo due diligence, via uma página que parecia não ter nada provado.

A Estratégia

O time comprou 2.000 seguidores para o LinkedIn e 1.500 seguidores para o Twitter/X através da Likescafe. O objetivo era direto: levar os dois perfis além do ponto em que param de levantar dúvidas e começam a construir confiança.

O LinkedIn era a prioridade porque é onde as decisões de compra B2B são pesquisadas. Quando uma página de empresa ultrapassa 1.000 seguidores, ela passa uma impressão diferente para quem chega nela. Ela deixa de parecer uma startup no seu primeiro mês e começa a parecer uma empresa que vem construindo presença, que é exatamente o que compradores e investidores esperam. Além da percepção, cruzar esse limiar de seguidores também muda como o algoritmo do LinkedIn trata o conteúdo da página. Posts de páginas com audiências maiores chegam a mais feeds, incluindo conexões de segundo grau que ainda não seguem a página.

O Twitter era o canal secundário, mas ainda essencial no mundo SaaS. Compradores técnicos e investidores acompanham discussões sobre produtos no Twitter, e uma thread de um CTO com poucos seguidores tem muito menos tração inicial do que uma de uma conta com números sólidos por trás. Crescer o following no Twitter para 2.000 deu às threads dos co-fundadores o impulso inicial necessário para se espalharem além da rede imediata deles.

Os dois canais funcionaram juntos. O LinkedIn construiu credibilidade com contatos de procurement e tomadores de decisão fazendo pesquisa de fornecedores. O Twitter construiu credibilidade nas comunidades técnicas e de fundadores, onde o boca a boca se espalha rápido.

Cronograma

1

Semanas 1-2

Seguidores do LinkedIn entregues. A página da empresa cruza 1.000 seguidores e o perfil para de parecer um projeto em estágio inicial. O LinkedIn começa a dar distribuição mais ampla aos posts dos fundadores, aumentando as impressões desde a primeira semana.

2

Semana 3

Seguidores do Twitter entregues. Uma thread de produto do CTO gera 3x mais engajamento do que qualquer tweet anterior. O primeiro pedido de demo inbound chega de alguém que encontrou a empresa pelo LinkedIn.

3

Semanas 4-5

As impressões de posts chegam a uma média de 4.200 por semana nas duas plataformas. Os pedidos de demo estão chegando a uma taxa de cerca de 8 por semana. Durante uma reunião de pitch, um investidor observa que a presença social parece mais estabelecida do que a de concorrentes com o dobro do tamanho da empresa.

4

Semana 6

48 pedidos de demo no total ao longo do período de 6 semanas, comparado a 8 nas 6 semanas anteriores. O time lança uma newsletter semanal no LinkedIn a partir da página da empresa e imediatamente conquista mais de 200 assinantes da base de seguidores existente.

Os Resultados

Os seguidores do LinkedIn foram entregues nas semanas um e dois. A página da empresa cruzou a marca de 1.000 seguidores e a distribuição dos posts melhorou imediatamente. Os posts do CTO, que vinham gerando poucas impressões por semana, começaram a alcançar públicos maiores à medida que o algoritmo passou a distribuir o conteúdo de forma mais ampla. As impressões de posts nas duas plataformas chegaram a uma média de 4.200 por semana nas semanas quatro e cinco, ante cerca de 800 antes.

Os pedidos de demo acompanharam a visibilidade. Nas seis semanas antes da campanha, o time tinha agendado 8 demos. Nas seis semanas após o crescimento da presença social, esse número subiu para 48. O aumento veio de várias direções: pessoas que encontraram a página do LinkedIn por posts que suas conexões tinham visto, pedidos inbound pelo Twitter onde as threads estavam alcançando novos públicos, e prospects que já tinham ouvido falar do produto mas esperaram a presença social parecer mais estabelecida antes de entrar em contato.

As conversas com investidores também mudaram. Durante uma reunião de pitch na semana quatro, um investidor comentou que a presença social da empresa parecia mais estabelecida do que a de concorrentes com o dobro do tamanho deles. Esse tipo de comentário sinaliza que a lacuna de credibilidade que os fundadores estavam preocupados estava se fechando. Na semana seis, o time lançou uma newsletter semanal no LinkedIn a partir da página da empresa e captou mais de 200 assinantes imediatamente, aproveitando a base de seguidores que tinham construído. O motor de conteúdo que eles tentavam colocar em funcionamento por meses finalmente tinha uma audiência por baixo.

A gente estava construindo um produto incrível, mas nossa presença social fazia parecer que tínhamos começado na semana passada. Depois de crescer nosso LinkedIn e Twitter, os clientes em potencial passaram a nos levar muito mais a sério. Um investidor literalmente disse que nossa presença social parecia mais estabelecida do que a de concorrentes com o dobro do nosso tamanho.

Sarah K., Co-founder

Pontos Importantes

Para startups B2B, a contagem de seguidores no LinkedIn e Twitter funciona como prova social em toda interação com clientes e investidores. Números baixos geram dúvida antes mesmo de alguém ler uma palavra do pitch, e números mais altos constroem a credibilidade base que mantém as pessoas engajadas.

O algoritmo do LinkedIn distribui o conteúdo de páginas com mais seguidores para públicos maiores. Crescer a página da empresa não é só uma questão de vaidade, isso determina diretamente quantas pessoas veem cada post.

A prova social se multiplica no B2B: mais seguidores geram mais impressões de posts, que geram mais pedidos de demo, que geram mais clientes seguindo a página. O ciclo se retroalimenta com o tempo.

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